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Traição Virtual

Afinal, sexo virtual é traição?

Imagine um dia encontrar no computador um histórico de conversas de seu parceiro (a) com outra (o) mulher/homem via internet! Imagine agora, se essas conversas não forem “simples conversas”, ou seja, forem conversas com conteúdos eróticos!

Praticada por homens e mulheres, e ao contrário do que se possa pensar, mais por mulheres; a rede da internet tornou-se uma porta aberta para a infidelidade, e tem causado muita polêmica e discussão em torno do tema: SEXO VIRTUAL É TRAIÇÃO?

Não há uma regra para reger todos os relacionamentos, muito menos, um consenso que defina de maneira conclusiva o que seja “traição”. De maneira geral, ainda prevalece o consenso de que o contato físico é sentido como a maior prova de falta de amor do outro.

Esse é um tema delicado e controverso. Para muitos, o sexo virtual é um conceito individual que possui suas regras, e teclar com outras pessoas, que não seus parceiros, não caracteriza necessariamente uma traição.

Pesquisas recentes feitas com mulheres demonstraram que 58% delas consideram a pratica do sexo pela internet uma traição. 21% tiveram opinião diferente e disseram que não é traição e outras 21%, não se posicionaram nem a favor ou contra.

A pesquisa também demonstrou que as mulheres que se posicionaram a favor, afirmam que a prática é benéfica para os relacionamentos reais. Já dentre as que se posicionaram contra, observou-se que essas mulheres tiveram uma formação cultural e religiosa mais rígida e possuem um conceito de monogamia mais presente.

Para alguns psicólogos, sexo virtual “pode” ser sinal de que há algo errado dentro do relacionamento a dois quer seja afetivamente ou sexualmente.

Porém, nem sempre devemos encarar sexo virtual como traição. Tanto quanto a masturbação onde se utiliza a imaginação ou revistas pornô-eróticas, o sexo virtual também pode ser um caminho para erotização, para uma forma de aquisição de novas informações e conhecimentos, portanto,  nem sempre, é um sinal que o relacionamento não vai bem, podendo até melhorar ainda mais a performance sexual e afetiva do casal.

É verdade que o progresso tecnológico tem levado ao individualismo, e provocado cada vez mais o distanciamento social e físico das pessoas. É verdade também, que muitas vezes a solidão, a falta de diálogo, a falta de amigos e dificuldades nos relacionamentos tem aproximado as pessoas via internet, e aumentado a possibilidade de relacionamentos interpessoais como forma de suprir as ausências afetivas e emocionais.

Porém, qual o limite dessa prática?

Pois bem, a linha entre a busca do prazer sem conseqüências e a possibilidade de uma traição real é muito tênue, e nem sempre se consegue ter o controle sobre a situação.

O “anonimato” encanta; O “mistério”, a “fantasia” dá um toque especial á imaginação; A “sedução” e a “conquista” reforçam a auto-estima.

Uma boa e simples conversa pode levar as pessoas a visualizarem a possibilidade de suprir carências até então consideradas “normais” para qualquer pessoa. Não é incomum sabermos que pessoas iniciam conversas em chats na internet e após compartilhar sua privacidade acabam criando certa intimidade.

É exatamente nesse momento que os nicknames (apelidos) deixam de ser utilizados anonimamente e passam dar lugar aos nomes reais. Pequenas mentiras passam por uma revisão e tornam-se informações reais,   e da sala de bate papo para o MSN particular, torna-se um passo muito curto e desejado. E-mails passam a ser comuns. Números de telefones são trocados. Torpedos ( mensagens de texto via celular) são enviados intensamente. Se gasta horas a fio, atrás da telinha do computador, e, finalmente, a fantasia torna-se realidade.

O sexo virtual, que até então não passava de uma brincadeira sem conseqüências, torna-se um relacionamento virtual com requintes eróticos e não incomum torna-se uma traição real, advinda do meio virtual.

Recomendamos o software WaveSpy para monitorar todos os acessos e rastros deixados pelo seu parceiro(a). Poderá encontrar mais informações sobre como monitorar em http://www.wavecorporate.com

A evolução da tecnologia faz com que seja mais fácil acessar pornografia a partir do local de trabalho, diz uma pesquisa da Harris Interactive, encomendada pela Websense. O uso de celular, laptops e outros dispositivos portáteis facilita a visualização de pornografia sem detecção, de acordo com o USAToday.

De acordo com a pesquisa, 16% dos homens e 8% das mulheres que possuem acesso à Internet no serviço admitem ver pornografia enquanto trabalham. Entretanto, apenas 6% dos homens e 5% das mulheres admitiram fazê-lo propositalmente.

O acesso à Internet sem fio aumentou a visualização de pornografia no trabalho, fazendo com que empregadores sejam mais agressivos no uso de aplicativos para bloquear o acesso a sites inapropriados. A pesquisa cita, também, que 65% das empresas nos Estados Unidos utilizavam softwares de bloqueio no país em 2005, contra 40% quatro anos antes.

Por causa da facilidade de acessar pornografia em dispositivos portáteis – até mesmo naqueles que são da empresa e bloqueados – muitos empregadores estão com medo de serem processados por algum funcionário que se ofenda com um colega vendo material impróprio.

O monitoramento de dispositivos sem fio é praticamente “impossível”, de acordo com Richard Laermer, presidente da empresa de recursos humanos RLM. “Responsabilidade é a coisa que me mantém acordado à noite. Somos responsáveis pelo que as pessoas fazem nas nossas dependências”, disse.

A empresa Wave Corporate software desenvolveu e tem o know how necessário para ajudar empresários a controlarem e monitorarem as atividades dos funcionários na empresa. Acessem o site da empresa e saiba mais sobre as tecnologias disponíveis: http://www.wavecorporate.com.br

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Vigiar as atividades das crianças na rede é importante para mantê-las longe de alguns riscos e vexames digitais. Na última semana, por exemplo, circularam notícias sobre um tal “damzinho” e sua amiga: dois adolescentes que fizeram um show picante para mais de 25.000 pessoas na rede. Sem contar que o vídeo ainda foi parar em diversos sites de distribuição de arquivos. Veja algumas dicas para acompanhar o que as crianças fazem na rede.

No computador

Em várias ocasiões, os perigos da web justificam a intromissão dos pais na vida digital dos jovens. Para ajudar no monitoramento, programas e sistemas operacionais – como o Windows – oferecem recursos e serviços que podem facilitar o seu trabalho.

- Histórico: Todos os navegadores da web (Internet Explorar, Firefox, Chrome, Opera etc.) oferecem uma opção chamada “Histórico”. Com ela, você pode ver quais foram os sites acessados durante o dia e analisar o padrão de comportamento das crianças.

No Mozilla Firefox, basta acessar o menu “Histórico” e selecionar a opção “Exibir todo o histórico”. As páginas aparecerão organizadas por datas de acesso. No Internet Explorer 8, clique no botão “Favoritos” para abrir uma janela lateral com as informações.

Já no Google Chrome, é preciso clicar no botão “Personalizar e controlar o Google Chrome” e acessar a opção “Histórico”. Se você não estiver inclinado a caçar os menus, pressione as teclas “Ctrl” e “H” ao mesmo tempo para abrir a janela em todos os navegadores.

- Contas de usuários: No Windows, você pode criar contas específicas para cada usuário da máquina e controlar a instalação de programas. Basta criar uma conta de administrador para você e outra de convidado – repleta de restrições. Assim, sempre que os jovens quiserem instalar um programa, terão de passar por você antes.

Para acessar as configurações, clique no botão “Iniciar” e selecione o “Painel de controle”. Abra a opção “Contas dos usuários” e crie uma nova. Siga as instruções e lembre de selecionar a opção “Usuário Restrito”. Coloque uma senha no seu perfil e deixe que a criança brinque no ambiente fechado.

- No MSN: Se você está preocupado com as mensagens instantâneas, o Windows Live Messenger – que já foi chamado de MSN – oferece uma opção para bloquear contatos indesejados. Para isso, você precisa ter acesso à conta do adolescente. Com o Messenger aberto, pressione a tecla “Alt” para exibir o menu. Clique em “Ferramentas” e em “Opções”. Na lista, escolha “Privacidade” e adicione manualmente as pessoas para a lista de bloqueio.

- Controles dos pais: As versões 7 e Vista do Windows trazem uma opção específica para cuidar dos filhos: “Controles dos Pais”. Acessada pelo “Painel de Controle”, ela oferece um conjunto de regras que podem ser aplicadas às contas de usuários no computador. O recurso permite aos pais limitarem o tempo de uso do computador, além de controlar os programas e jogos que podem ser acessados.

Fiscalizando o celular

É inevitável: as crianças vão querer um celular. Junto com o aparelho, chegam alguns riscos. Um bom exemplo disso é o “sexting”. O termo ficou popular em 2005 e simboliza a troca de textos e fotografias eróticas entre usuários de telefones móveis. Basta ter uma câmera e uma conexão para fazer a coisa errada. Nos Estados Unidos, os adolescentes podem ser acusados de distribuir pornografia infantil ao enviar suas fotos “picantes” para amigos e namorados.

No caso dos aparelhos mais recentes, existem serviços e aplicativos que ajudam a monitorar e até gravar o que é escrito no aparelho. O Mobile-Nanny, por exemplo, funciona nos sistemas Google Android, Apple iOS, Blackberry, Symbian, Windows Móbile, assim como Mobile Spy. O problema é que eles custam 60 e 100 dólares, respectivamente.

Todas as opções citadas partem do ponto de vista técnico. Funcionam melhor se combinadas com uma boa conversa e exemplos sólidos de comportamentos que devem ser evitados na web

Um bom programa para monitorar os filhos antes de uma conversa franca é o Wave Spy e pode ser encontrado em http://www.wavecorporate.com

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Dica da Semana da equipe Superconteúdos! :-)

  • Quer monitorar e saber tudo que e´digitado no Windows Live Messenger?
  • Quer saber o que estão fazendo no computador de casa, escritório ou qualquer outro lugar?
  • Quer saber com quem sua esposa(o), filhos, funcionários ou qualquer outra  pessoa fala?

A dica dessa semana e´de um produto inovador, trata-se do Wave Spy. Segundo alguns vídeos vistos na Internet e após testarmos a eficácia do software, podemos dizer que esse é o melhor no quesito monitoramento.

Além de monitorar tudo, senhas, pastas, acessos e outros recursos, ele também tira fotografias em intervalos regulares de acordo com a necessidade do administrador do programa.

Todos relatórios emitidos no programa podem ser enviados por email.

O programa custa R$ 109,00, mas, pode ser adquirido através de uma parceria entre os leitores do Superconteúdos e a empresa fabricante do software por apenas R$ 99,00. Basta para isso,  comprar pelo PagSeguro ou enviar um email para a companhia com o assunto “Cupom de desconto: S211894″

Compre essa promoção com o PagSeguro


Site da empresa: http://www.wavecorporate.com

Contato da empresa: http://www.wavecorporate.com/contato.html

Essa promoção é por tempo limitado!!!

Na fábula de Joãozinho e Maria, a salvação era marcar o caminho de volta para casa com migalhas de pão para escapar da bruxa. Mas estamos em 2010 e a realidade é outra. Você precisa, afinal, de um pouco de tecnologia se quiser encontrar o carro no estacionamento do shopping em véspera de Natal ou até mesmo redescobrir o caminho de casa depois de uma festa mais intensa, não é mesmo?

O BackTrack GPS promete ser o seu guia e principal aliado da sua memória. Ao sair do seu ponto de partida, você aciona um botão, e o chaveiro começa a salvar o caminho na memória. Na hora de voltar, ele indica a distância e o percurso a seguir, usando setas e diversas unidades de medida (jardas, milhas, metros).

Ele funciona com duas pilhas AAA e grava até três pontos de referência diferentes. O fabricante promete que o GPS funciona com um sistema avançado, capaz de conseguir localizações em locais remotos e acidentados, como montanhas e florestas – o que faria do BackTrack um bom auxiliar para caminhadas mais casuais pela natureza.

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Chaveiro-GPS: BackTrack GPS (US$ 79,95, cerca de R$ 137).

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Equipamento começará a ser usado em dezembro e permite acompanhar detentos em liberdade. RS, SC, MG e MT também testam novidade.

A partir de dezembro, presos de São Paulo vão usar uma tornozeleira eletrônica quando saírem da cadeia temporariamente. Depois de quatro anos de estudo sobre o equipamento, o governo do estado assinou um contrato milionário de prestação de serviços de vigilância eletrônica.

A tornozeleira deve ser usada por 4,8 mil presos do estado de São Paulo. Ela funciona assim: a tornozeleira, que não pode ser tirada do corpo do detento, envia um sinal para outro aparelho, o rastreador – que não é preso ao corpo. O equipamento transmite a localização para uma central de monitoramento pela rede de telefonia celular.

Se o rastreador e a tornozeleira ficarem a mais de 30m de distância um do outro, o alarme é acionado e o preso considerado foragido. Mas o sistema só vai informar a última localização do detento.

“O uso de dois equipamentos é o mais comum no mundo. Ele é usado na Inglaterra,na Nova Zelândia e em outros países”, explica Sávio Bloomfield, representante dos fabricantes.

A tornozeleira será colocada nos presos que estão no regime semiaberto, incluindo os que diariamente fazem trabalhos externos e os beneficiados com as saídas temporárias em épocas comemorativas. O objetivo é reduzir o número de fugas. Em São Paulo, no último Dia dos Pais, por exemplo, 1,4 mil presos que puderam visitar as famílias, não retornaram aos presídios.

“A importância é grande. Primeiro porque nós sabemos onde o preso se encontra, se efetivamente ele saiu para o trabalho e foi para o trabalho. Segundo, se houver algum delito naquela região, vamos saber se tem algum preso ali próximo. E terceiro é que nós temos condições, a partir do momento que o preso romper o lacre, de acionar a polícia para fazer a sua recaptura”, diz Lourival Gomes, Secretário de Administração Penitenciária de São Paulo.

O equipamento deverá ser entregue em até 60 dias. A expectativa é que no Natal deste ano, alguns beneficiados com a saída temporária estejam usando a tornozeleira para monitoramento eletrônico.

Outros estados também estão interessados no uso dessa tecnologia. No Rio Grande do Sul já foram instaladas tornozeleiras eletrônicas em cerca de 200 condenados. No próximo mês, testes começam a ser feitos com 200 presos de Santa Catarina. Um edital de licitação está em andamento em Minas Gerais.

Em Mato Grosso equipamentos já foram testados. Só falta a regulamentação da lei publicada em junho para implantação.

O professor de direito penal da USP David Teixeira de Azevedo diz que a medida funciona com sucesso em vários países do mundo. Mas ele ressalta que a polícia tem que ficar alerta.

“A polícia tem que agir prontamente. Assim, violado o lacre, violada a pulseira, violado o dispositivo, tem que ser comunicado à autoridade policial e a autoridade policial mais próxima irá efetuar a recaptura”, diz o professor David Teixeira de Azevedo.

Goiás chegou a testar o equipamento, mas não gostou do serviço e suspendeu o uso. Em São Paulo a empresa que prestará o serviço não terá acesso à identidade dos presos. Somente o Departamento de Inteligência da Secretaria da Administração Penitenciária. A tornozeleira fixada no corpo funciona a bateria, que tem duração de até um ano e meio e que avisa um mês antes que está para acabar. O governo deve gastar R$ 50 milhões com os equipamentos.

Controlando o filho na internet

Controlando o filho na internet

A internet, além de ser uma ferramenta maravilhosa para pesquisas escolares, lazer, informação e relacionamento, é também a vasta opção para nossos filhos saciarem a curiosidade. Assim, como identificar se as crianças e adolescentes estão aprendendo ou simplesmente acessando conteúdos inapropriados? É por isso que, com muita razão, a maioria dos pais quer ter certo controle sobre o acesso de seus filhos na internet.

Como já dito aqui muitas vezes, o melhor software de proteção para a internet, aquele em que todos os pais podem confiar, continua sendo o diálogo aberto e franco, ou seja, a relação de confiança entre seu filho e você.

Mas tudo bem: dependendo da idade do filho e da rotina de cada casa, algum controle sempre é necessário. Afinal, ninguém deixa de botar rede de proteção na janela se a criança ainda é muito pequena. Ou mesmo deixa o filho em casa sem supervisão alguma até demonstrar maturidade suficiente para tanto.

Na internet, acredito que o raciocínio deve ser o mesmo!

Para oferecer uma primeira proteção contra elementos ofensivos como pornografia, drogas e conteúdos maliciosos e monitorar a comunicação dos filhos menores a primeira regra deve ser explicar para a criança/adolescente o porquê da proteção.

Faça seu filho entender que essa proteção é saudável e que visa à segurança e não o controle pelo controle, muito menos a “invasão de sua privacidade” (que com o passar dos anos vai ser conquistada, da mesma forma que foi a saída sozinho para a rua).

Softwares de Segurança

Há no mercado filtros de seguranças, softwares já disponíveis há algum tempo, que aumentam as possibilidades de gerenciamento da experiência on-line das crianças e jovens.

Tanto o novo sistema operacional da Microsoft, Windows 7, como o novo recurso Mac OS X Leopard têm controles para pais integrados. Os provedores de serviços da Internet geralmente oferecem alguns recursos de controle. E há vários filtros de softwares comerciais disponíveis.

“É uma boa prática para os pais instalarem um software que permita monitorar as atividades de seus filhos na Internet’’, diz Vagner Costa, diretor executivo da Wave Corporate Software Inc., segundo ele, a empresa tem alguns produtos recomendados como o caso do Wave Monitor, Spy e do Wave.NET para monitoramento e controle da Internet.

Algumas das áreas em que os controles para pais podem ser usados para direcionar a experiência de seus filhos são:

1. Restrição do acesso à Web - É possível permitir o acesso de seu filho a apenas determinados sites ou bloquear o acesso a outros. Além disso, pode-se limitar o download de arquivos. O acesso a sites que contêm material ofensivo, como violência, pornografia ou de grupos agressivos, também pode ser limitado.

2. Controle de jogos - Alguns filtros, como os controles incorporados da Microsoft, permitem controlar o acesso a jogos. Você pode escolher a faixa de idade, tipos de jogos e até mesmo especificar quais jogos são aceitáveis ou não.

3. Limites de tempo - Vários programas permitem limitar o tempo que seu filho ficará no computador ou até mesmo restringir o uso há alguns dias ou horas.

4. Limite de acesso a programas - Impede que seu filho execute determinados programas, como os de compartilhamento de arquivos através dos quais ele pode fazer o download ilegal de músicas e filmes.

5. Monitoração de atividades - É possível, dependendo do programa, monitorar todas as ações de seu filho no computador, inclusive os e-mails que ele envia e recebe, conversações em mensagens instantâneas e os websites que ele acessa.

É impressionante, então, a quantidade de opções de controles para pais nos vários filtros. Portanto, é importante avaliar apenas que funções são mais relevantes para você, como você se sente sobre a privacidade de seu filho e quanto tempo quer investir na monitoração de suas atividades on-line.

Isto porque, alguns programas podem ser tão restritivos que os jovens talvez não consigam nem acessar fatos úteis sobre assuntos médicos. Ou se, enquanto estiver no trabalho, seu filho precisar fazer o dever de casa antes de sua chegada, isso poderá ser impossível sem a sua presença.

Os filtros não são uma solução mágica, por isso lembre-se que, não importa qual filtro seja usado, provavelmente nenhum conjunto de controles será à prova de crianças e adolescentes curiosos.

Ensinar aos filhos sobre práticas on-line seguras e inteligentes é tão importante quanto usar alguma forma de software de controle para pais. Afinal, os jovens geralmente acessam a Internet sem a supervisão de seus pais, seja em celulares, em computadores de amigos, escola ou em “Lan Houses”.

O melhor, então, é combinar tecnologia e educação!

O monitoramento pode servir apenas para orientação e auxílio para os pais. Com isso, o pai pode ter uma idéia mais abrangente o que está ocorrendo com seu filho!

O que é?

Controle da Família - Controle, Monitore e Converse com seus filhos!

Realmente fantástico, essa empresa em parceria com o PagSeguro UOL, desenvolveram um produto realmente inovador…a segurança para os filhos é um grande dilema na atualidade…

E o melhor de tudo isso, é que o software sai por R$ 10,90!

Segundo a empresa, estão tentando combater a pedofilia, que tanto assola a sociedade. Estimam, ajudar os pais, e responsáveis no intuito de controlar e monitorar o que os filhos fazem e com quem conversam na Internet….

Com o Controle da Família você fica despreocupado enquanto seus filhos navegam na internet. Desenvolvido para proteger crianças de todas as idades contra os diversos riscos que surgem na internet, como conteúdos inadequados, mensagens inapropriadas em sites de relacionamento, entre outros.

Vantagens
   
    Perfeito para quem tem filhos de todas as idadesProtege contra sites inapropriadosEstabelece o tempo em que seus filhos podem ficar online

    Monitora e grava conversas por mensageiros instantâneos e sites de relacionamento

    Emite relatórios de toda a atividade de seus filhos na internet

    Saiba mais »

Realmente esse vale os 10 pontos da Equipe do Superconteúdos para o mês de Agosto!

Site:Site: http://www.controledafamilia.com.br

Mais de 80.000 sistemas de computador em cerca de 20.500 empresas nos Estados Unidos, Brasil e ao redor do mundo têm sido hackeados no que parece ser um dos ataques maiores e mais sofisticadas por ciber-criminosos descobertos até à data, de acordo com uma empresa de segurança no Brasil.

O ataque, que começou no final de Maio de 2010 e foi descoberto no mês passado, alvo de propriedade de dados corporativos, e-mails, dados de transações de cartões de crédito e credenciais de login em empresas na área da saúde e da tecnologia em 196 países.

Notícias do ataque em relatórios no mês passado mostram que redes de computadores do Google e mais de 30 grandes grupos financeiros de energia , defesa, tecnologia e empresas de comunicação social tinham sido comprometidos. Google disse que o ataque em seu sistema se originou na China.

Mas é significativo, disse ele, em sua escala de demonstração evidente que a sofisticação de grupos criminosos ‘em ataques cibernéticos se aproximam dos Estados Unidos, China, Brasil e a Rússia.

Rafael Adolpho

Convite de desconhecidos e acesso a conteúdos impróprios: 80% dos jovens brasileiros já passaram por essa situação na web

Estudo revela que número é superior à media global de 62%

Cerca de 80% dos jovens brasileiros já tiveram uma experiência negativa na web. Essa foi a conclusão de uma pesquisa realizada pela empresa de segurança Symantec, que entrevistou cerca de 7 mil adultos e 2,8 mil crianças e adolescentes de 8 e 17 anos, em 14 países.

Entre os jovens brasileiros entrevistados, 58% já receberam convites de desconhecidos em redes sociais e 34% assistiram a conteúdos de violência e nudez . Ainda de  acordo com o estudo, eles ficam muito mais tempo na web que a média global. Enquanto aqui no país eles passam 18,3 horas semanais na rede, a média global é de 11,4 horas.

O estudo defende que proibir o acesso não é a solução, no entanto, os pais devem sempre ficar atentos às atividades realizadas pelos filhos na web, seja por meio de serviços de monitoramento ou mesmo acompanhando os filhos durante a navegação.

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