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5-mitos-sobre-steve-jobs-4

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Nós não vemos com frequência as palavras negócios e celebridade juntas, mas Steve Jobs é uma celebridade dos negócios. Encare, ele não é apenas uma celebridade qualquer também – ele alcançou o status de estrela do rock, mas suas mãos controlam um iPhone em vez de uma Gibson. Pense nisso: nós não seguimos apenas os produtos da Apple ou a cotação das ações da empresa. Nós observamos o próprio CEO da Apple, e fofocamos. Por que gostamos de fofocar sobre Jobs? Porque é muito bom estudar pessoas que são cheias de boas ideias, ou melhor, pessoas que construíram impérios, enquanto tentamos descobrir exatamente como elas fizeram isso.

Além disso, Jobs é um personagem interessante. Ele é um cara que abandonou os estudos e ganhou a National Medal of Technology, que é reconhecidamente um pessoa difícil e um chefe exigente, e que critica os produtos dos concorrentes e dirige ele mesmo um cultuado marketing.

Um colunista do New York Times tinha uma explicação sociológica interessante para o porquê de termos um interesse pessoal em Jobs. Jobs nos conhece tão bem – da nossa necessidade básica de um computador pessoal à forma como nossos dedos gostam de sintonizar músicas em nossos iPods -, que nós também queremos conhecê-lo a esse ponto.

Jobs mantém os detalhes sobre sua vida privados, e sua empresa também protege sua privacidade, o que nos seduz ainda mais. Nosso fascínio alimenta um moinho de boatos que com frequência entram para o hall das mentiras. Aqui estão cinco mitos populares que cercam Jobs.

Fonte: HowStuffWorks

Novo celular da Apple vence em resolução de tela, mas aparelho da Motorola se destaca em armazenamento e conectividade; confira os detalhes dessa disputa

Na semana passada, a Motorola anunciou o Droid X – a resposta da companhia ao iPhone 4 da Apple, lançado dia 24/6 em  cinco países. Segue abaixo uma comparação entre o hardware e software dos dois telefones.

Para mais informações, veja ao final da matéria a nossa tabela comparativa com as especificações dos dois aparelhos.

Começa a luta
Como o iPhone 4, o Droid X não é uma grande surpresa, uma vez que já “vazaram” imagens e especificações do aparelho na Web há algumas semanas. Mas agora é oficial: Verizon, Motorola e Google lançaram seu competidor mais recente para o telefone da Apple, que causou confusão até mesmo no estágio de pré-venda, com mais de 600 mil vendas registradas em apenas um dia.

como Droid X se compara ao iPhone 4? No final das contas, essa é uma batalha ferrenha entre duas plataformas diferentes: o iOS 4, da Apple, um jardim cercado que não para de crescer, e o sistema Android, que está rapidamente alcançando o rival ao adicionar aparelhos poderosos e inúmeras atualizações de software.

Abaixo, serão discutidos e comparados alguns dos principais recursos de hardware e software dos dois smartphones rivais. É importante lembrar que, até que o lançamento do Droid X, no dia 15/7 nos Estados Unidos (com preço de 199 dólares, para quem assinar um contrato de dois anos com a operadora), não será possível realizar uma comparação baseadas em testes, por isso, só é possível comparar as especificações listadas dos aparelhos.

Poder de processamento : empate
Como boa parte dos smartphones modernos, o Droid X usa um processador de 1GHz, mesma velocidade de clock do iPhone, que utiliza o chip A4 (também usado no iPad). Nenhuma das empresas especificou a quantidade de memória RAM dos aparelhos, mas uma recente análise do iPhone desmontado mostrou que o aparelho possui 512 MB de RAM, número do qual o aparelho da Motorola deve se aproximar.

Quando os aparelhos se tornarem disponíveis, será possível realizar uma comparação de velocidade apropriada.

Veja essa reportagem na Integra no MacWorld

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Algumas apps bacanas como Twitter, Netflix, Flixster, OpenTable e Travelocity tem sido testadas no novo Windows Phone 7 – para nosso deleite e ansiedade.

A Microsoft anunciou o pacote de ferramentas de desenvolvimento para WP7 — muito esperado por desenvolvedores que acompanham o projeto. Em nota, a empresa diz que o processo de aprovação e homologação de novos apps submetidos por desenvolvedores não passa de cinco dias. Ótima notícia.

Eu fico sempre com aquela sensação indigesta que o WP7 já passou da hora de ser finalizado, mas projeto é projeto e ainda mais esse com a importância que tem, com a coluna que pretende preencher, toda expectativa ao seu entorno e a desejadíssima i-Diáspora para renovar o mundo, como muitos vou me controlando…

Vez ou outra pipocam algumas notas por aí que dão um certo alívio para quem de facto quer ver a que virá o Windows Phone 7, como por exemplo o lançamento do novo SDK para o controlador de mapas via Bing que certamente irá popular a alma do “prometido”.

Enfim, para variar (de novo), ficamos só no desfrute visual por enquanto:

Algumas coisas da Microsoft são deliciosamente agradáveis, de tão tosquinhas e tão enraizadas em sua imagem meio ‘antiquada’ – mesmo quando ela está a frente de um projeto tão moderno e bacana quanto o Windows Phone 7. Sim, claro que estou falando da chanchadinha flauteada/sanfonada tipo polkinha polaca de fundo musical dos demos oficiais, em contraste com o groove todo cool no demo do Seesmic. Hei! Hei! Impagável.

Não é segredo, muito menos motivo de vergonha, o fato de alguns fabricantes de hardware nacionais licenciarem projetos de fora e os lançarem no mercado local com nomes e pequenas funções adaptadas. A Positivo, por exemplo, é “reincidente”: fez isso com o Mobo White, que nada mais era que um MSI Wind com outro nome, e faz com o Alfa, seu ereader, na realidade o N618, da 4FFF.

Chegou a nosso conhecimento um novo tablet, ou “iTablet” (sic), lançado na meia noite de ontem para hoje pela TimeVision. Com chamadas como “Acesse Orkut, Facebook, Twitter e Skype” e “Trabalhe em seus documentos” (toma essa, netbooks!), o Digle Web roda Android 1.6, tem conectividade WiFi e bateria com autonomia de 3 horas (é sério), e pode ser seu por módicos R$ 799,00. Em PROMOÇÃO! O preço normal é R$ 899,00. Brinde para quem ligar nos próximos cinco minutos KDKD?

O que mais me chamou a atenção foi o visual do Digle Web, nome do brinquedinho. Veja você:

Digle Web iTablet.

Ora, esse negócio me é familiar. Sem pensar muito, corri para o lugar que concentra a maior quantidade de tablets ruins com tela resistiva e Android velho, a DealExtreme, claro. E… bingo! Foi lá mesmo que tinha visto o “Digle Web”, ou no original, M001. Acompanhe no tira-teima:

M001.M001.

O preço? US$ 95,50. Convertendo para o Real (R$ 1,73, segundo o Google), e jogando 60% em cima do preço original mais frete (R$ 0,00) de um eventual pit-stop na alfândega, chegamos a R$ 264,34.

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Nesta última segunda-feira o senado americano aprovou uma lei que aumenta o escopo de controle e combate à pirataria online. Membros do Comitê Judiciário do Senado aprovaram medidas que dão plenos poderes ao governo para tirar websites do ar se for necessário.

Dentre as bolas da vez, o alvo primário serão websites que favorecem a hospedagem e/ou troca de arquivos considerados ilegais ou não-licenciados, tais como filmes, programas, música, etc. A medida já provocou a indigestão esperada e diversas ações de retaliação têm sido registradas, em especial os recentes ataques em websites da indústria do cinema e da música.

A nova lei possibilita uma aceleração no processo de emissão de ordens legais de fechamento ou intervenção, onde passa a recair diretamente sobre o juiz que julga o caso decidir se o website deve ser removido/fechado ou não.

É claro, a câmara de comércio americana já começou a espalhar a notícia como gasolina no fogo dizendo que “finalmente, a justiça deu um grande salto”.

Pelos vistos, pode ir tirando o seu pendrive da USB… aquele seu “fornecedor” camarada de torrents pode sumir, cumpadre…

Mas, qual a sua opinião? Você acha que a maioria dos sites de torrent e os bilhões de arquivos hospedados em rapidshares/megauploads da vida podem desaparecer e tudo se converter no incrível mundo da internet 100% legal? Ou não?

(Fonte: MeioBit)

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Osvaldo Barbosa, MC MS Brasil apresenta o Internet Explorer 9

Muitos anos atrás a Internet era do Netscape. O navegador tinha virtuais 100% de Mercado. O Internet Explorer era um arremedo de browser que ninguém nem sabia que existia.

Aí entrou em campo a arrogância. O Netscape parou de evoluir, tentou concentrar seus esforços em servidores, que era onde achavam que estava o dinheiro. Com isso o Explorer veio comendo pelas beiradas, lançou sua primeira versão decente, a 4, e passou a distribuí-la com o Windows. Isso facilitou a vida dos usuários, pois quem não tinha, instalava. No lugar do Netscape, que basicamente morreu. O Explorer chegou ao mesmo domínio de praticamente 100% do Mercado. O navegador cresceu um pouco, melhorou cada vez menos, empacou na versão 6 e dela nunca mais saiu.

Sem concorrência o Explorer parou de evoluir.

O Explorer se tornou um navegador odiado por webdevelopers, heavy users, blogueiros e qualquer um que não tenha entrado na Internet por cota de inclusão digital. O Firefox, surgido das cinzas do Netscape logo virou “A”alternativa, pegando desprevinida uma Microsoft que ainda engatinhava no mundo online. Era inconcebível para a empresa de Redmond que um produto que detinha 90% do Mercado NÃO ditasse os padrões, mas no mundo Web é assim.

Assumindo a posiçào pragmática de quem não vive de mesada e precisa pagar contas, a Microsoft decidiu que se o povo quer Padrões, terá padrões. Depois de muito tempo de preparação, reaprendendo a escrever browsers, lançaram o IE8, um bom passo no Caminho e 784 vezes melhor que o famigerado IE6.

Agora lançaram o IE9, com padrões, que o povo gosta mas com todos os estudos de dinâmica de uso, comportamento dos usuários e desempenho que só empresas muitao grandes conseguem fazer.

A guerra dos browsers acaba de se tornar mais interessante, como não era faz tempo.

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A filosofia, explicada na apresentação para a imprensa blogada é: “O navegador é o teatro, não a peça”. A Microsoft criou o Explorer Nove dando ênfase no conteúdo. A área útil aumentou, os menus e botõs diminuiram, a barra de busca sumiu e se integrou à barra de endereços. Quem tem netbook percebe o ganho na hora.

A interface está muito limpa, fruto de uma exaustiva (devem trabalhar de pé) pesquisa. Por exemplo: 50% dos usuários não fazem mais de 12 ações no navegador. Menos de 1/3 abriram favoritos, 1/4 clicaram no home, 15% usaram ctrl+click pra nova  tab, 7% usaram recurso de apagar o histórico de navegação.

Recursos pouco utilizados só servem para poluir a interface.

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A aposta na Aceleração Gráfica por Hardware também é uma aposta ousada. Normalmente a Microsoft se prende ao menor denominador comum, mas agora anuncia explicitamente suporte a um recurso antes considerado top. Foi uma boa decisão, tanto que a concorrência está seguindo pelo mesmo caminho.

Sobre o IE9, conseguimos apurar durante o evento:

Suporte Mínimo: Windows Vista

Suporte a Extensões: A ser anunciado, mas é pule de dez.

VersãoBeta: Disponível em 33 idiomas

Upgrade: Será manual E posteriormente via Windows Update

Entre os vários recursos, gostei muito do Supervisor de Desempenho, que verifica os add-ons que estão comendo tempo na inicialização, e dá opção de remover na hora:

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É possível arrastar pelo Favicon um site para a barra de tarefas do Windows 7, criando algo muito mais complexo que um simples atalho. Se o site estiver preparado, o ícone muda do explorer pro Favicon, que passa a aparecer no topo, ao lado do botão back.As cores do navegador mudam para uma palheta semelhante ao ícone. Mais: O dono do site pode acrescentar conteúdo ao menu do ícone, na taskbar do Windows. Clica-se com o botão direito e tem-se uma lista de opções de acesso rápido. Pense o MeioBit com uma opção para ir direto ao form de nova mensagem do fórum. ANTES de abrir o navegador.

O gerenciador de downloads também melhorou, mas achei uma falha que para mim é grave:

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Ele não mostra a velocidade do download. É irrelevante para o usuário médio, mas eu gosto de saber de tudo.

Em termos de velocidade o IE9 está fazendo bonito. Não é um monstro de mais rápido do que a concorrência (maldito Jobs que patenteou o Campo de Distorção da Realidade) mas está longe de se arrastar. Dizem que a engine  Javascript, codinome Chakra foi escrita do zero e consome 50% dos recursos da anterior.

Conclusão:  Eu acho que pega. O IE9 se livrou do ranço do IE6, a aposta de transformar sites em canais locais, integrando-os ao Windows é muito boa. Dá um grau de personalização inédito E simples de implementar. O IE9 vai mudar o mundo? Não, isso é pretensão do Opera. O IE9 é um navegador decente, aderente a padrões, com bom uso do espaço de tela e que no mínimo vale uma experimentada. Mais do mesmo? Pode até ser, mas é uma senhora evolução, considerando que qualquer pessoal racional prefere assitir o vídeo da concepção da filha do Serra a usar o IE6.

Imagino que a maioria dos heavy users vai gostar da objetividade ao mesmo dempo que desgostará da falta de recursos aparente, os usuários normais gostarão por ser bem mais limpo, o Opera consultará o Jurídico e ouviremos um  “Argh” do pessoal que se recusará a testar o IE9 por ter definido sua opinião com o IE6, mas não há antídoto para atitudes idiotas.

O IE9 está disponível para download no Baixatudo ou em www.internetexplorer9.com.br

Tecla Windows: veja do que ela é capaz

Pouco utilizada pela maioria, tecla Windows pode facilitar a sua navegação Links desta matéria:
Tecla Windows
Tecla Windows. Ela nunca foi tão útil quanto nessa nova versão do sistema operacional. Nas versões anteriores, algumas combinações já eram possíveis, mas agora, ela ganhou outras funções que facilitam o manuseio e fazem com que o usuário ganhe tempo. Quer ver?

Experimente a combinação Windows + seta para a direita. A janela que estava em primeiro plano vai, automaticamente, para a metade direita da tela. Selecione outra janela e, dessa vez, aperte Windows + seta para a esquerda. Veja só. A tela ficou dividida ao meio, com cada janela para um lado. Isso é ideal para quem gosta de utilizar duas aplicações ao mesmo tempo. A combinação Windows + seta pra cima maximiza a janela, e Windows + seta pra baixo minimiza o que estava em primeiro plano.

Se o botão Windows for apertado junto com a tecla de espaço, todas as janelas somem da tela e a área de trabalho é mostrada. Isso é muito útil caso você queira ver algo que esteja no desktop, sem precisar minimizar uma por uma. O mesmo efeito pode ser conseguido ao repousar o mouse aqui, no cantinho direito. Agora, experimente clicar em alguma janela e chacoalhar o mouse. Olha só. Tudo é minimizado, menos o programa selecionado. Legal, né? Isso também pode ser feito via teclado, apertando simultaneamente os botões Windows e Home.

Agora, com o Windows 7, cada item na barra de tarefas é associado a um número. O mais perto do botão iniciar é o 1. O item logo em seguida é o 2, e assim sucessivamente. Se você apertar a tecla Windows + algum número, aquele programa vai para o primeiro plano. Já a combinação Windows + Shift + algum número vai executar uma nova janela daquela aplicação. Windows + T e você percorre pelos itens da barra de tarefas. E se você tem problemas com letras pequenininhas, experimente Windows e a tecla +. O zoom digital aproxima a região onde o mouse estiver repousado. Para voltar ao zoom original, é só apertar Windows e a tecla -.

Veja logo abaixo uma lista com outras dicas de como utilizar a tecla Windows:

  • Win+Home: Deixa aberta apenas a janela ativa
  • Win+Space: Todas as janelas ficam transparentes, e o usuário consegue enxergar o desktop
  • Win+Seta para cima: Maximiza a janela atual
  • Shift+Win+Seta para cima: Maximiza a janela atual na posição vertical
  • Win+Seta para baixo: Minimiza a janela / volta ao tamanho original se maximizada
  • Win+seta esquerda / direita: leva a janela para cada metade da tela
  • Shift+Win+seta direita / esquerda: Leva a janela para o monitor da direita ou da esquerda (em caso de monitor duplo)
  • Arrastar a janela para o topo: maximiza
  • Arrastar a janela para a esquerda ou direita: faz com que ela ocupe metade direita / esquerda da tela
  • Chacoalhar a janela com o mouse: minimiza tudo, menos a janela selecionada
  • No Windows 7, se você usar a tecla Windows com algum número, é possível interagir com as aplicações da taskbar. Por ex: Win + 4 vai abrir o 4. programa, contado da esquerda para a direita. Windows + Alt + 4 mostra o jumplist do mesmo aplicativo.
  • Shift+Win+número (1-9): Abre uma nova janela daquele aplicativo
  • Ctrl+Win+número (1-9): Alterna entre as janelas já abertas daquele aplicativo
  • Alt+Win+número (1-9): Abre a jumplist daquele aplicativo
  • Win+T: Passeia pelos ítens da taskbar
  • Win+B: mostra os aplicativos da direita da taskbar
  • Ctrl+Shift+N: Cria uma nova pasta no Windows Explorer
  • Alt+Up: Sobe um nível de pastas no Windows Explorer
  • Win+(+/-): Zoom in/out
  • Win+G: Alterna entre os gadgets da sua tela

Fonte: Olhar Digital

Win 7, o melhor de todos os Windows

Testamos o novo sistema operacional. Conheça as novas ferramentas e baixe agora, gratuitamente

Win 7, o melhor de todos os Windows

Na última quarta-feira, 7, a Microsoft anunciou durante a abertura da CES – Consumer Electronics Show, o lançamento da versão de testes do sistema operacional Windows 7, substituto do atual Vista.

Anunciado como ?o melhor de todos os Windows? pelo CEO da MS, Steve Ballmer, o Windows 7 aposta na conectividade com dispositivos como a televisão, o telefone e o computador através da internet. O sistema ainda permitirá uma movimentação ágil entre as diferentes telas, além de trazer uma configuração mais simples para estabelecer redes de trabalho. Nós, aqui do Superconteúdosl, testamos o novo sistema operacional e dividimos a experiência com vocês. Confira!

Quer baixar a versão de testes do Windows 7? Então acesse este link .

Configurações mínimas para que o sistema funcione corretamente:

  • Processador 1 GHz 32-bit ou 64-bit
  • 1 GB de memória
  • 16 GB  de disco disponível
  • DirectX 9 com 128 MB de memória (para visualizar o Aero theme)
  • DVD-R/W Drive

Tamanho do arquivo: 2,5 GIGA

Fonte: Olhar Digital

Acha o sistema operacional do Mac visualmente atraente? Então, por que não colocá-lo como padrão no seu Windows? Sim, isso é possível! Basta fazer o download de alguns plugins, que mostraremos para você agora.

Primeiro, é necessário que você baixe e instale o UX-Theme Multi Patcher. É ele quem vai permitir que você use temas que não sejam oficiais da Microsoft. Depois de instalado, baixe este outro programinha aqui, o Leopard-10, que é exatamente o tema baseado no sistema operacional da Apple. Execute-o, e ele será copiado para uma pasta específica no seu HD.
Visual do MAC no Windows XP

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Agora, clique em iniciar, depois em Painel de Controle e, em seguida, no ícone ?Vídeo?. Selecione a aba ?Aparência? e aqui embaixo, escolha o visual ?Leopard 10?. Confirme a seleção e pronto! Suas janelas ficarão assim.

Tem um outro aplicativo que melhora ainda mais o visual. É o RocketDock, que simula o famoso dock do Mac no Windows. De novo, é só executá-lo e, no menu de opções do próprio software, escolher as características visuais que você preferir.

Gostou das dicas? Para baixar os aplicativos mostrados aqui, você já sabe. Acesse os links que deixamos logo no início desta matéria!

Texto e vídeo produzidos pelo Olhar Digital

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Como instalar o Windows 7 junto com o Vista ou com o Windows XP

Por mais fácil que seja tem se tornado uma pergunta muito comum entre os usuários dos SO’s da Microsoft. Para sanar de uma vez por todas essas dúvidas, segue então o tutorial:

* Note que seguindo este tutorial você assume responsabilidade de tudo o que possa acontecer de errado. Se você tem dados importantes em sua máquina é altamente recomendado fazer backup dos mesmos.

O primeiro passo será particionar seu disco rígido(caso você possua apenas um HD), o Windows Vista já possui essa ferramenta que pode ser acessada em Control Panel-> System and Maintenance-> Administrative Tools->Computer Management.
Windows 7
O nome dessa ferramenta é “Shrink Volume” e caso você não saiba utilizá-la, veja este tutorial.

Já para aqueles que possuem o Windows XP será necessário utilizar uma ferramenta de “terceiros” como o Partition Magic(pago) ou aproveitar a promoção do Paragon Partition Manager que é tão bom quanto o programa da Symantec.

Utilizando o Paragon Partition Manager:

Logo depois de você ter pedido a licença do programa e ter feito o download, instale-o como de costume, respire fundo e siga em frente(tá bom.. não é para tanto).

Inicie o Paragon Partition Manager e na primeira tela do programa clique no botão “Partitioning” e em “Create Partition”.

Na próxima tela selecione a opção “Advanced Mode” e clique em “Next”:

Logo você poderá ver o seu HD listado entro do programa, clique em “Next”

Agora isso é necessário selecionar o tamanho desejado. Note que os dentre os requerimentos mínimos para rodar o Windows 7 estão inclusos 16 GB de espaço em disco, se você colocar menos do que isso pode “dar zebra”.

Depois de ter escolhido o tamanho desejado e clicado em “Next” novamente, lhe será apresentada a tela de seleção do tipo de partição que você quer, é recomendado utilizar “NTFS”. Depois de selecionada, clique em “Next”, selecione a opção “Yes, apply changes physically” e complete o processo.

Utilizando o Partition Magic:
* Se você optar por utilizar o Partition Magic, siga o tutorial do site Boa Dica que apesar de ser antigo é válido pois o Partition Magic já não é atualizado há anos.

Tudo certo? seu PC está iniciando? Então ocorreu tudo bem, vamos para a segunda parte do tutorial:

Como fazer o DVD do Windows 7:
Se você ainda não fez, faça o download do Windows 7 RC e grave a imagem ISO obtida com um programa como o Nero(pago) ou aproveite a promoção do Ashampoo Burning Studio 2009 que é um dos melhores programas do gênero.

Não sabe utilizar o Ashampoo Burning Studio 2009?, não tem segredo!, veja:

Inicie o programa, clique em “Criar e Gravar Imagens de Disco” e em “Gravar um CD/DVD Disco Blu Ry da Imagem de Disco”:

Na próxima clique em “Procurar” para apontar ao programa o arquivo que você baixou e clique em Próximo.

Insira um DVD em branco na gaveta e clique em Gravar.

Instalando o Windows 7:
Bom já temos o disco particionado e o DVD do Windows 7, tente desligar seu computador e ligá-lo com o DVD do Windows 7 na gaveta se ele inicializar o DVD você já pode seguir o tutorial de como instalar o Windows 7 apesar disto ser um processo quase que automático, não se esquecendo de instalá-lo na partição que você criou.

Se o DVD não inicializar então você deverá modificar a configuração de sua BIOS geralmente apertando a tecla F5 ao iniciar. Note que a configuração da BIOS é diferente conforme a marca/modelo de sua placa mãe.

Sucesso!

Depois que os dois sistemas estiverem instalados e você inicializar a máquina, o Windows perguntará qual sistema você quer inicializar.

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